terça-feira, 19 de maio de 2015

Maldade de um Deus Perverso



Maldade de um Deus Perverso

É tanta coisa banal,
Viaturas e vitimas,
Vilanias e vergões
E algumas fraturas,

Dentro e fora,
Vagueando repartições,

O mundo tem se despedaçado,
E o povo parece em um profundo transe,
De que algo maior que elas,
Ira proteger, ira se manter durante o caos,

Nada é para sempre,
E de pessoas intransigentes.

Caos que já vivemos,
Alagados em problemas,
Na ganância, na violência,
Na intolerância e indiferença,

Não há duvidas para mim, que deus nada fará,
Pelo simples fato de não existir,

A força maior vem do topo,
E o sujeito é esmagado.
Mas muitos esperam na ilusão,
Da mão divina do estado.

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